domingo, 16 de janeiro de 2011

um sorriso breve que se fechava depressa demais, desaparecia como um relâmpago

“Bela, eu creio. Com um sorriso breve que se fechava depressa demais, desaparecia como um relâmpago. (...) Eu a observava quase o tempo todo, isso a incomodava mas era compulsivo. Eu a observava para descobrir, descobrir quem era Marie-Claude Carpenter. (...) por que aquelas recepções artificiais, por que nos seus olhos, bem no fundo, na profundeza do olhar, aquela partícula de morte, por quê?”

(Marguerite Duras in: O amante. P.54-56)

13 comentários:

  1. É a Vanessa esqueceu mesmo de mim...

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  2. Vanessa, que coisa gostava de se ler e ver! Sua percepção e combinação de imagens é perfeita, anciosa para ter o caderno de luiza em mãos!

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  3. Oi Vanessa
    Seu blog é lindo!
    Tem um selinho lá pra vc no meu blog.
    bj

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  4. Talvez a resposta esteja flutuando na superfície e não ao fundo, mas nem todos conseguem ver vezenquando.

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  5. She has the model pout look, no need for a smile...well-done.

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  6. Porque era mulher, ora... Condição sine qua non.

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  7. Porque, talvez, no fundo de toda a vida, de toda a beleza, jaz essa partícula de morte.

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  8. tem uns selos pra você, moça do olho luzeiro.

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  9. Nossa, eu AMO o teu blog!
    Cada dia melhor!
    Beijos meus e uma semana linda!

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