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sábado, 11 de maio de 2013

função da arte



“A arte tem como função primordial introduzir e até mergulhar o homem na cultura, oferecendo outra visão do mundo ou outro sentido para certos acontecimentos.”

(WILLEMART, Philippe. Os processos de criação na escritura, na arte e na psicanálise. São Paulo: Perspectiva, 2009, p.153-154)

Imagem: John Constable

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Pollock: bebendo e pintando todas


O pintor Jackson Pollock, precursor do expressionismo abstrato americano era um grande gênio bebum. Sua obra só começou a fazer sucesso depois que conhece a também pintora Lee Krasner, que casou-se e deu suporte psíquico para Pollock, que tinha sérios problemas com alcoolismo. Em 1945 mudaram-se para uma pequena fazenda em Long Island, que foi lá que o pintor despontou em sua criação.

Pollock gostava de pintar ao som de jazz, em volume bem alto. O experimentalismo foi marcante em sua obra. No entanto, pode-se atribuir muito o sucesso do pintor à sua esposa. Ela abandonou a própria carreira para proporcionar condições para Jackson trabalhar – e beber, de manhã, tarde e noite.

Pior, quando bebia muito, Pollock pegava a chave do carro e ia para o bordel mais próximo. Lee escondia a chave do carro ou quebrava a garrafa de bebida, quando seus argumentos não eram bons o bastante para persuadi-lo de permanecer em casa.

A esposa não aguentou e pediu o divórcio. Pollock arranjou outra mulher, mais jovem e tolerante (que não escondia as chaves do carro, não entendia de arte e achava bacana viver com um maduro e talentoso artista). A nova mulher também não se importava com o alcoolismo do pintor, problema que carregava desde os 13 anos de idade. O resultado, é conhecido: Pollock dirigiu bêbado e morreu em um acidente de carro, quando colidiu em um poste de concreto, na saída de casa.

Texto: Vanessa Souza Moraes
Fonte: Ulisses Tavares in: “Hic!stórias! Os maiores porres da humanidade”(Ed. Panda Books, 2009)

domingo, 27 de março de 2011

Exposição: Fernando Pessoa, plural como o universo


Exposição: Fernando Pessoa, plural como o universo
Período: 25/03/2011 até 22/5/2011
Visitação: de terça a domingo, das 12h às 19h (entrada franca)
Local: CENTRO CULTURAL CORREIOS: Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Rio de Janeiro/RJ – Tel.: (21) 2253-1580
Fonte: Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro

Curadoria de Carlos Felipe Moisés e Richard Zenith e projeto cenográfico assinado por Helio Eichbauer. Realização da Fundação Roberto Marinho.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O Mundo Mágico de Escher




A partir do dia 18 de janeiro, o Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (R. 1o. de Março, 66, Centro) vai abrigar a maior exposição já feita no Brasil do artista gráfico holandês M.C.Escher (1898-1970). Ao todo são 95 obras entre desenhos, gravuras originais e fac-símiles assinadas por Escher, provenientes do Museu Escher, na Holanda. A mostra é denominada de "O Mundo Mágico de Escher".
Visitação: terça a domingo, das 10 às 21h. Entrada gratuita.