quinta-feira, 16 de junho de 2011

irremediavelmente perdido

“O que dói não é perder o amado, mas continuar a amá-lo mais do que nunca, mesmo sabendo-o irremediavelmente perdido.”.

(J.-D. Nasio in: A dor de amar. Ed. Zahar, p. 41)

11 comentários:

  1. ai ai que dor! Essa eu conheço bem, mais do que nunca. =/

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  2. Acho que sou inumano, estranho, estrangeiro. Não consigo imaginar amando e doendo ao mesmo tempo. Se dói, não me é amor. O que me dói, não é amor. E o que se perdeu, não foi meu, o meu ainda há de vir, e virá. Apenas menos egoísta, apegar-me menos, e ao libertar, receber o condão da nova chance, da nova porta que se abre, onde só havia parede. E então, entrar, se me aprouver.

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  3. Ai já vivi algo assim... triste de mais. Vanessa, tão triste que ao lembrar ainda dói.

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  4. Dói sim
    =/
    Não deveria, mas, acontece tanto!

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  5. Já que não dá para comentar o poste seguinte comento aqui. Muito sensual esta foto e cá entre nós, Erica é fantástica. Vou comprar este livro para ler.

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  6. A dor do amor. Quando o outro não quer o que temos a oferecer é cruel. Nos deixa vulnerável.

    http://michele-dos-santos.blogspot.com

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  7. Conheço tão bem quanto a mim mesma...

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  8. Sei como é, especialmente essa sensação do irremediável, especialmente quando o assunto é continuar amando sem remédio aquela pessoa que não mais vai voltar.

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  9. o que dói é perder o que não existiu.

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