"Uma vez escrito, o discurso sai a vagar por toda parte, não é entre os conhecedores mas também entre os que o não entendem, e nunca se pode dizer para quem serve e para quem não serve".
Passei! Falaram q a minha monografia estava bem escrita, bem fundamentada, mas q eu fiquei nervosa demais pra apresentar, mas q apesar do nervosismo, eles viram q eu tava nervosa, mas q eu dominava o conteúdo e nao q eu nao sabia.
Nenhum discurso é inerentemente libertador ou opressivo. A condição libertadora de qualquer discurso teórico é uma questão de investigação histórica, não de proclamação teórica. (Jana Sawicki!
Vem cá Luísa, me dá tua mão - um blog sobre literatura, psicanálise, cinema e o que mais dê sentido aos sentidos.Ou ainda: meus sublinhados e tudo aquilo que me toca.
Leitora voraz. Jornalista - especializada em Moda e Comunicação - e psicanalista - ou seja, especialista em ilusões perdidas. Mestra em psicanálise e literatura.
Blogueira para matar a saudade - do meu estar-dentro-de-mim.
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Passei!
ResponderExcluirFalaram q a minha monografia estava bem escrita, bem fundamentada, mas q eu fiquei nervosa demais pra apresentar, mas q apesar do nervosismo, eles viram q eu tava nervosa, mas q eu dominava o conteúdo e nao q eu nao sabia.
obrigada por perguntar.
Platão tá quase sempre certo. :)
ResponderExcluirBelo texto de Platão, muito profundo.
ResponderExcluirGrande abraço e sucesso!
Verdade...uma vez proferida a palavra jamais haverá retôrno da mesma!!
ResponderExcluirBeijocas e ótimo final de semana!!
Verdade!
ResponderExcluir"e nunca se pode dizer para quem serve e para quem não serve"
Gostei disso! :)
Nenhum discurso é inerentemente libertador ou opressivo. A condição libertadora de qualquer discurso teórico é uma questão de investigação histórica, não de proclamação teórica. (Jana Sawicki!
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