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segunda-feira, 21 de maio de 2012

TV


“A televisão é como as torradeiras: carrega-se no botão e sai sempre a mesma coisa.”

(Alfred Hitchcock)

sábado, 26 de março de 2011

- Sempre as mesmas piadas sobre os analistas (Hitchcock)


Spellbound
“- Ele foi meu analista.
- Mesmo? O que há de errado com você?
- Todos os analistas são analisados.
- Para se certificarem de que não são tão loucos?
- Sempre as mesmas piadas sobre os analistas”.

(Do filme: Spellbound. Direção de Hitchcock)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Para quem sofre com "encosto virtual": twitter do paranóico

Depois dos "encostos virtuais" (ou fakes e anônimos e afins), achei esta imagem perfeita!
À lá Hitchcock.

É de um blog que eu adoro, o da talentosíssima Laura Ballés - colega de Amálgama. 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Ou às vezes por nenhuma razão (Hitchcock)

"- Acho que o maior mal da humanidade foi causado pelos poetas.
- Os poetas são meio bobos, na maioria. Mas não são perversos.
- Mas enchem a cabeça das pessoas com ilusões sobre amor e escrevem sobre ele como se fosse uma orquestra regida por anjos.
- O que não é verdade.
- É claro que não. As pessoas se apaixonam porque reagem às cores dos cabelos ou o timbre da voz, ou a gestos que as fazem lembrar de alguém.
- Ou às vezes por nenhuma razão.
- Falar sobre o amor é uma coisa e conhecê-lo é outra. As pessoas pensam que os beijos são líricos e os abraços, dramas de Shakespeare.
- E quando percebem que não são assim, ficam doentes e procuram os analistas.
- Isso mesmo.
- Doutora, está sofrendo de algum mal.
- Como?"

(Do filme: Spellbound. Direção de Hitchcock)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Hitchcok


"Como diz meu velho amigo Zannebaum: "Mulheres são as melhores psicanalistas até se apaixonarem. Depois, tornam-se as melhores pacientes".

(Michael Chekhov para Ingrid Bergman em "Spellbound", de Hitchcok)

sábado, 19 de junho de 2010

eu sou o outro


"(...) Por isso um poeta dizia "eu sou o outro" intuindo que éramos, como Frankestein, feitos com o que ficou dessas imitações. Psicose de Hitchcock se refere a isso. O pobre rapaz não suportou a morte de sua mãe e se transformou nela para negar sua ausência e morte. O EU se transforma sobre as identificações e por isso, antes de sermos o que somos, todos fizemos como Antony Perkins, ou seja, perdemos a mãe e ocupamos seu lugar".

(Amores Freudianos, Alberto Goldin, p. 76)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Hitchcock


"Ninguém tem um elenco como Disney. Quando ele não gosta de um ator, simplesmente o apaga".

(Alfred Hitchcock)