terça-feira, 19 de março de 2013

Cruz e Sousa

"Em cima de esterco e de alfafa seca. Um caixão comprido mal amarrado e balançando num vagão vazio destinado ao transporte de animais. Ali, dentro do singelo esquife, vai o cadáver de Cruz e Sousa, cuidadosamente acondicionado por mãos piedosas na madeira crua. Terminava assim - um corpo despachado para o Rio num trem de carga - a vida de um dos maiores poetas brasileiros. Era março, dia 19, 1898".

(Godofredo de Oliveira Neto in: Cruz e Sousa, o poeta alforriado - biografia do célebre poeta simbolista. Editora Garamond, p. 13)

Um comentário:

  1. Foi, dentre os grandes, um dos mais notáveis...
    "Infinitos espíritos dispersos,
    Inefáveis, edênicos, aéreos,
    Fecundai o Mistério destes versos
    Com a chama ideal de todos os mistérios". (Antífonas)


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